Saúde da Boca do Bebê: Como Cuidar?


Em todas as fases da vida a higienização da boca é essencial, pois os dentes são partes permanentes da boca e se não receberem os devidos cuidados a pessoa pode acabar sem eles.


Já nos primeiros meses de vida, o bebê deve receber esses cuidados, afinal, logo começarão a sair os dentinhos, e nada melhor que o bebê está preparado para isso, veja as dicas abaixo de como realizar com todo carinho e atenção:


Assim que os dentinhos surgem devem receber os cuidados, pois esta medida evitará cáries. Se os dentes estiverem limpos não dá cáries.


Limpe a boca do bebê após tomar xaropes.


Evitar contaminação, não por a colher na boca.


Deixe o alimento do bebê esfriar sozinho, não sopre para não possibilitar uma contaminação.


Lave os brinquedos no chão.


Evite que o bebê durma com restos de alimentos na boca.


Evite doces.


Doces e refrigerantes viciam. Não viciar o bebê.


Mel também é doce, evitar colocar na mamadeira do bebê. Mel provoca cárie.


Flúor é uma arma contra a cárie. Só usar de acordo com orientação correta.


Dente de leite também dói. Cuidar bem deles.


Siga essas são orientações básicas,e procure consultar um dentistas para resolver qualquer problema que possa ocorrer, pois assim, seu filho certamente terá bons dentes!!


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O que um bebê de um ano e meio consegue fazer?


Um ano e meio é aquela fase em que costumamos dizer que a “pilha” deles não acaba nunca. Os bebês com essa idade são agitados e não param quietos nem um minuto.


Quanto mais habilidades eles ganham, maiores as travessuras. Seu desenvolvimento motor permite saltar sobre os dois pés, andar quase correndo, subir e descer escadas, ficar sentado sozinho em uma cadeira. Brincando, consegue puxar um carrinho pela corda, fazer uma torre com 3 ou 4 cubos, rabiscar uma folha de papel.


A sociabilidade da criança de 1 ano e meio é grande. Ela começa a buscar sua autonomia e insiste em realizar sozinha algumas tarefas como segurar o copo d’água, buscar um brinquedo na prateleira, tirar o sapato. Por outro lado, requer a participação da mãe em todas as suas atividades.


Já a convivência com outras crianças é complicada. Eles acreditam que outros bebês são como os seus brinquedos e insistem em puxar, empurrar, bater, agarrar, morder. Fazem isso não para maltratar, mas para se divertir.


Conseguem entender mais palavras do que falar. Emitem apenas umas 10 palavras, mas conseguem compreender mais do dobro disso.


Nessa fase, os bebês começam a atender aos pedidos dos pais. Se disserem para a criança abrir a boca bem grande para escovar os dentes, eles abrem. Se mandarem parar de bater no amiguinho, eles param. Com um ano e meio eles já estão maduros o suficiente para receber ordens básicas. Ter disciplina nessa etapa é fundamental para seu futuro, pois nessa idade é criada a base da educação da criança. Desde cedo eles precisam ter maturidade para respeitar e obedecer às ordens básicas

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Dilemas de grávida


Sempre que transo, tenho um leve sangramento. Isso provoca parto prematuro?


Há muitas causas para o sangramento durante a relação sexual, e o exame do obstetra é indispensável


Uma possibilidade, se ocorre depois da relação, é que seja um trauma gerado pelo próprio ato sexual, uma vez que o colo uterino está mais sensível e irrigado. Outra hipótese é que haja lesões no colo do útero, ou inserção baixa da placenta, ou placenta prévia – quando ela se implanta próxima ao colo do útero ou em frente a ele. Esse problema é mais comum em mulheres que já passaram por cirurgias uterinas ou cesarianas. Se o problema for esse, há, sim, risco de parto prematuro e é preciso evitar relações sexuais. Pa ra tirar a dúvida, o obstetra irá pedir um ultrassom e, dependendo da posição da placenta, poderá indicar a realização de uma cesárea eletiva para evitar complicações que poderiam ocorrer em um trabalho de parto.

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Orelhas de abano


Médico nenhum discute: por volta dos 3 anos e meio de idade, as cartilagens das orelhas já atingiram 90% do seu tamanho. Em tese, portanto, crianças que apresentam as orelhas um tanto proeminentes poderiam submeter-se à otoplastia bem cedo. Apesar dos bons resultados deste procedimento, é sempre bom se perguntar: convém submeter uma criança tão pequena a uma cirurgia, por mais simples que ela seja? Esse tipo de procedimento não serviria mais para aplacar a ansiedade dos pais do que para poupar a criança do estigma que costuma acompanhá-la, se tiver as chamadas orelhas em abano?


No Brasil, os cirurgiões plásticos recomendam que se espere até 6 ou 7 anos. "Não que a otoplastia seja proibida antes disso, mas é preciso levar em conta fatores físicos e psicológicos", defende o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada. "Com menos de 4 anos, a criança ainda não se deu conta de que tem as orelhas protuberantes e, portanto, ainda não enfrenta os problemas de rejeição que costumam afetar os mais velhos", diz.


“Como em grande parte das indicações estéticas, na área da cirurgia plástica, a indicação de tratamento deve partir da vontade do próprio paciente. O papel do cirurgião plástico, nos casos de orelhas em abano é o de estabelecer se os anseios do paciente são reais, que tipo de tratamento é o mais indicado para cada caso e mostrar que este é um tratamento médico, com limitações e riscos”, explica Penteado.


Apesar da maioria dos pacientes com este problema ser de crianças, a queixa dos pais não é suficiente para indicar o tratamento. “É indispensável algum indício de desconforto do próprio paciente, neste caso da própria criança, com a deformidade”, diz o médico.


Uma avaliação clínica e laboratorial pré-operatória é fundamental para estabelecer se o paciente está em boas condições para se submeter a um procedimento anestésico e cirúrgico. A otoplastia é realizada para aproximar a orelha da cabeça, corrigindo a forma e o "desenho" do órgão. “O procedimento cirúrgico é feito através de um corte interno na pele atrás da orelha. A pele é descolada da cartilagem e fixada na nova posição com pontos internos” explica o médico.


A anestesia pode ser local ou geral. A escolha do método de anestesia, sempre em comum acordo com o anestesista, levará em consideração o tamanho da cirurgia, as condições clínicas, psicológicas e a idade do paciente. A otoplastia é normalmente realizada em caráter ambulatorial, com alta hospitalar algumas horas após a recuperação da anestesia.


Segundo Ruben Penteado, é preciso levar em conta também o pós-operatório, muito mais tranqüilo nas crianças com 7 ou 8 anos. "Nessa faixa etária, eles já são cooperativos na hora de trocar os curativos e tirar os pontos. E esse é outro fator que contribui para o sucesso da operação”, afirma Ruben Penteado, que é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.


O pequeno paciente vai para casa com um curativo e ataduras. Os cuidados pós-operatórios variam segundo a complexidade dos procedimentos efetuados. “Haverá um inchaço maior nos primeiros dois dias, que gradativamente vai diminuindo. Os pontos externos são retirados entre 6-8 dias e, em geral, este é o tempo suficiente para que o paciente retorne às suas atividades sociais e laborais”, esclarece Ruben Penteado, que também ressalta que pelo menos três meses são necessários para se observar o resultado final do tratamento

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Viagem: Uma questão de confiança


Como dirigir à distância as viagens dos seus filhos sem a presença paterna.


Viajar sem os pais é um grande acontecimento na vida da criança. Por isso, precisa ser uma decisão tomada com muito cuidado pelos pais. Existem duas maneiras seguras de se permitir uma viagem dos filhos sem a assistência paterna: a) em excursões programadas com agências de viagens e b) com pais de colegas. Ainda assim, em ambos os casos, é preciso se tomar certos cuidados.


No caso de viagens em excursões, é sempre importante saber que a empresa é confiável e que adultos serão responsáveis pela segurança dos seus filhos durante a viagem. Procure saber minuciosamente o tipo de passeio e quais são as regras estabelecidas nele, seja um acampamento ou uma visita a um parque de diversões, e como entrar em contato com os responsáveis pela excursão em alguma eventualidade.


Em viagens com pais de amigos, a questão principal permanece a mesma: confiança. Saber quem são esses pais e que tipo de educação dão aos seus filhos é importante, pois durante alguns dias esses pais estarão cuidando dos seus filhos, e é preciso saber dirigir isso à distância.


Além disso, é preciso que os pais orientem a criança desde os primeiros anos de vida para prepará-la para o convívio com outras crianças e outros adultos sem o porto seguro dos pais, sabendo lidar com imprevistos e aproveitando sua liberdade com responsabilidade.


A primeira viagem sem os pais pode ser considerada uma das primeiras grandes experiências sociais da criança, já que ela terá que lidar com as situações e decidir por si mesma. Mas como saber quando ela está pronta para isso?


Certamente não existe uma idade específica em que a maturidade chegue, vai depender de cada indivíduo, mas existem certas dicas que podem ser seguidas no intuito de preparar a criança para saber interagir socialmente.


 "Toda vez que você fala das coisas que a criança pode ou não pode fazer, você já está ajudando a construir esses valores. Situações que parecem banais, como ensinar a respeitar a vez do outro de brincar no escorregador, serão levadas como lição pelo resto da vida, por isso é sempre importante destacar esses valores, para que essa criança cresça sabendo definir os seus próprios princípios individuais" .
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Estou Grávida pela Primeira Vez



Um dos sonhos de qualquer mulher é ficar grávida, ser mãe pela primeira vez, principalmente se o filho for ter o pai com o qual ela sempre sonhou. Mero descuido ou um acto planeado, a verdade é que um filho recebe-se sempre com muita alegria e amor. Todavia, e depois da notícia, começam a surgir as dúvidas e os receios, o medo de não conseguir cuidar do filho, e mil e um pensamentos interrogativos. O medo de falhar instala-se!


Toda a mãe, ainda que julgue o contrário numa fase inicial, sabe sempre cuidar do seu filho. Só o amor e carinho que nutre por ele é meio caminho andado para garantir a perfeição das coisas! Durante 9 meses o seu corpo vai sofrer diversas transformações, e é normal que engorde um pouco, mas o mais importante é que confie na sua pessoa e nessa nova vida que tem dentro de si. Indispensável: as visitas ao médico devem ser constantes, e é importante seguir todos os conselhos que ele lhe vai fornecendo.


Uma boa forma de garantir a posse de alguns conhecimentos para essa sua nova etapa, e para quando for o momento de ser realmente mãe, é recorrer a amigas suas, que já tenham passado pela mesma experiência, assim como deve procurar a sua mãe, para que juntas a possam confortar e esclarecer-lhe todas as dúvidas que povoam o seu pensamento. Não hesite em perguntar-lhes o que quer que seja, por mais ridículo que lhe possa parecer. Informe- se bastante sobre o universo de ser mãe, com conhecimentos suplementares através de livros e de pesquisas na Internet, verdadeiras obras primas que lhe dão a conhecer passo a passo esses nove meses de gravidez.
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A Água do Banho do Bebê




A água do banho do bebê deve ser bem limpa e em temperatura ambiente, não muito quente para não haver queimaduras na pele do bebê e nem muito fria para que a criança não se resfrie. O banho é um momento muito gostoso e prazeroso para muitos bebês. Se a família reside numa região com tratamento de água ou possue caixa d”água, que deve ser constantemente limpa, não há necessidade de filtrar ou ferver a água do banho.


Lembre-se que nunca se deve colocar o bebê na água suja de fezes, e que é preciso sempre verificar a temperatura, para não causar acidentes. Antes de colocar a água na banheira, deixe a banheira bem lavada e limpa. Fazendo desta forma, você estará garantindo um banho bem saudável para a sua criança!


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Como lidar com o engasgo de bebês e crianças



Uma das grandes aflições das mães, principalmente as que têm o primeiro filho, é o medo que eles engasguem. Nessas horas, é difícil, mas é preciso não entrar em desespero. Engasgos leves, com líquidos, não são tão graves assim, principalmente se a criança estiver rosada. “Eles, aliás, são mecanismos de proteção do bebê, que fecha a glote para que aquele alimento não passe para as vias respiratórias”,


O fundamental, no entanto, é prevenir acidentes maiores. Nunca deixe moedas, brincos, pilhas de relógio ou quaisquer objetos pequenos ao alcance das crianças. Selecionamos abaixo algumas dicas de como evitar o engasgo e o que fazer se ele acontecer:

- Após amamentar, deixe o seu filho em pé, por 15 minutos. E não estranhe se não ouvir nenhum barulho. O ar sai por gravidade. Por outro lado, muitas vezes os pais deitam a criança assim que escutam ela arrotar, mas é preciso respeitar esse tempo total;
- Algumas crianças engasgam principalmente no início da amamentação, período em que elas não conseguem coordenar direito a respiração e deglutição. Se o seu filho estiver faminto, uma dica é: após 15 ou 20 segundos do início da mamada, tire a boca dele do seu peito, para que se recupere do cansaço inicial. Depois, você vai perceber que ele entra num ritmo mais pacífico;
- Respeite o tempo certo de introduzir novos alimentos na dieta do seu filho. Segundo o especialista, sopas com pedacinhos devem ser oferecidas somente a partir dos 8 meses, e comida, após 10 meses. Mas a regra não vale para todas as crianças. Há aquelas que demoram mais tempo para se acostumar com os pedaços. “Se perceber que mesmo com 8 meses a criança engasga com a nova consistência da sopa, espere um pouco mais e tente após uns 15 dias”.


- Se com todos os cuidados ainda assim seu filho engasgou, atenção: “Se perceber que a criança está com dificuldade respiratória, mas respirando e rosada, não tente tirar o corpo estranho, porque ele pode ir para um ponto onde nem a passagem parcial de ar vai existir. Vá para o hospital”, afirma o pediatra;
- Já, em casos extremos, se você não conseguir uma ajuda de emergência e a criança não estiver respirando e arroxeada, alguns procedimentos de emergência, indicados por especialistas, podem ajudar.
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