Estrias: marcas da gravidez

Elas afetam 90% das gestantes, deixando cicatrizes eternas nas mamas, abdômen, coxas, nádegas e quadris. Por isso é importante iniciar a prevenção o quanto antes.




Muitas candidatas à mamãe se apavoram só em pensar nas marcas de coloração branca que se instalam em definitivo no corpo ao longo da gestação. “Essas vilãs nada mais são do que cicatrizes provocadas pelo aumento da massa corporal”,


“Sem falar nas alterações hormonais que ocorrem nessa fase.” O primeiro passo para proteger sua pele das estrias é saber como elas se formam. O tecido que reveste o corpo é composto de camadas conhecidas como epiderme e derme. É na derme, a mais profunda delas, que se localizam as fibras de elastina e colágeno, responsáveis por toda a firmeza.






Em algumas gestantes, as fibras não acompanham o aumento do volume corporal. Daí, elas se rompem (veja o infográfico). Esse processo se reflete na pele. São as estrias dando as caras. “As avermelhadas são as mais recentes e têm essa cor porque ainda estão inflamadas”, ensina Conrado. Nesse caso, ainda dá para apagar as marcas da gestação. As esbranquiçadas, por outro lado, não têm cura, mas podem ser amenizadas.






O melhor mesmo é prevenir. “Assim, evite o efeito sanfona, beba bastante água para manter o corpo bem hidratado, deixe o estresse de lado e capriche nos alimentos ricos em vitamina C, que estimula a produção de colágeno, e proteínas”,  Cremes hidratantes também são aliados bastante eficazes nessa batalha. Isso porque possuem substâncias que contribuem para a regeneração da pele.

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