Ser o queridinho da mamãe pode ser tão ruim quanto ser a ovelha negra da família.

Que criança que se sente rejeitada pelos pais pode ter problemas emocionais não é novidade. O que pesquisadores norte-americanos demonstraram com um estudo realizado com jovens adultos na região de Boston é que os favoritos também sofrem. De acordo com o estudo, os problemas podem persistir durante a idade adulta e se manifestam principalmente em casos de depressão. O que se sente menos favorecido pode depois culpar o irmão ou a mãe, enquanto o preferido sente muito o peso das grandes expectativas dos pais.

A pesquisa também mostrou que, para as mães é difícil evitar o favoritismo: 70% delas citam um filho com o qual mais se identificam. Ao mesmo tempo, apenas 15% dessas mãe sse sentiram igualmente tratadas aos irmãos por suas próprias mães. Já com relação à dificuldade de relacionamento, 92% das crianças e 73% das mães conseguem nomear um filho que é mais “complicado”.






A psicóloga Juliana Delamônica, explica que amar os filhos de forma diferente é normal, mas que o melhor é mesmo evitar demonstrar favoritismos. “A mãe não deve comparar os filhos, dizendo que um faz tal coisa melhor que o outro ou que um é muito mais mal-educado que outro. Sempre fale dos pontos positivos e negativos de cada um

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