As primeiras palavras do bebê



As crianças apercebem-se desde muito cedo que cada acção sua provoca uma reacção nos adultos. O que se torna uma chamada de atenção quando o bebê o associa à satisfação das suas necessidades. Existe um entendimento entre a mãe e o filho através de sons e gestos. Mas é quando surge a primeira palavra que os «monólogos» da mãe dão os seus frutos e este é um momento marcante na vida familiar.






A repetição é muito importante na aprendizagem. Primeiro com os sons, depois com sílabas até chegar à palavra. Neste processo a ajuda e apoio dos pais é fundamental, bem como a sua paciência pois levará o seu tempo. Desde a descoberta do choro, soluço e arroto, o bebê inicia aqui um passo na comunicação com a mãe, mas não se pode falar ainda em linguagem.






Como generalização, pode dizer-se que é aos seis meses que os bebês começam a usar sons com consoantes (ba,ta,pa, ma). Neurologicamente ainda pouco desenvolvidos, é cedo para sons mais complexos e articulados.






A partir dos seis e sensivelmente até aos oito meses, o bebê começa a aprender a fazer aqueles sons que até então saíam aleatoriamente. O processo é registado associado ao gesto motor necessário para emitir o som. Nesta fase, o aumento da interacção entre pais e filho é fulcral, uma vez que os jogos comunicacionais vão pemitir ao bebê um grande avanço para a linguagem. A atenção despertada pelo balbuciar do bebê leva-o a imitar os adultos e com o tempo, a empregar uma entoação própria.






A fase linguística do desenvolvimento do bebê inicia-se quando ele emprega um som intencionalmente numa «conversa». Pelos três anos e meio, a criança ja pronuncia todas as palavras e está apta a repetir todos os fonemas. Mais uma vez, a idade de três anos e meio é meramente indicativa. Cada criança leva o seu tempo a desenvolver as capacidades linguisticas. A ansiedade dos pais pode, nesta fase, atrasar a aprendizagem, ao pressionar em demasia o bebê  retirando do jogo da comunicação a sua parte lúdica e divertida.






Falar com o bebê, estimulá-lo visualmente e dar-lhe a entender que quer conversar com ele, são coisas fundamentais que, a par de deixá-lo ouvir rádio, incentivar brincadeiras com objectos que produzam sons e ensiná-lo a fazer diferentes sons com a boca, fazem toda a diferença no seu desenvolvimento.






Incentivar a estimulação sensorial e disponibilizar a maior quantidade possível de informação, são condições essenciais à evolução das capacidades linguísticas do bebê. Independentemente do tempo que o bebê demora a aprender a falar, importante é ter atenção à reacção da criança a estímulos externos. Nem sempre a demora na aprendizagem significa que existe algum problema. No entanto, se aos dez meses sensivelmente, o bebê não tiver ainda emitido qualquer som deverá procurar acompanhamento médico, na possibilidade de existir complicações auditivas ou mesmo neurológicas.
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