A mulher grávida não deveria fumar nunca



A mulher grávida não deveria fumar nunca, pois o fumo, assim como o álcool, é uma das principais causas de aborto, de prematuridade e de fraqueza da criança ao nascer. Se você fuma, talvez esteja pensando seriamente em deixar de fumar. Agora chegou o momento: muitas mulheres percebem que a gravidez é a motivação que faltava para parar de fumar.






Entretanto, não é recomendável parar de fumar bruscamente durante a gravidez. Ocorre um processo de "limpeza". A nicotina acumulada durante anos nos pulmões é jogada na corrente sangüínea antes de ser eliminada. Isso prejudica muito o feto. Seria melhor deixar de fumar seis meses antes de conceber um filho. O ideal seria um ano.






Fumar é privar a criança do oxigênio de que precisa para crescer


Para reforçar suas boas resoluções, sugiro que anime os outros fumantes da casa a abandonar o fumo junto com você, pois a fumaça do cigarro dos outros também é intoxicante. A urina do não-fumante forçado a permanecer num ambiente enfumaçado por outros contém, após uma hora, tantas substâncias da eliminação do tabaco quanto se tivesse fumado 3 cigarros. Esse tipo de ambiente reduz bastante o oxigênio que o corpo humano precisa: 20% dele é utilizado pelo cérebro. Embora não fume, a mulher grávida absorve a fumaça daqueles que fumam perto dela: marido, colegas de trabalho, no transporte coletivo, lojas, restaurantes etc.






A gestante deve opor-se rigorosamente a esse ataque a seu filho. No Japão, existe uma lei que proíbe qualquer pessoa de fumar no local em que esteja uma mulher grávida. O tabaco perturba todas as funções do organismo. Fumar significa frear a vida da criança desde a sua concepção, privando-a do principal elemento de que necessita para se desenvolver — o oxigênio. Também significa predispor a criança a se tornar um fumante mais tarde.


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